Associação
Recreativa do Carrascal
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Aos donos da casa foi lida uma mensagem felicitando a iniciativas

O povo juntou-se na eira improvisada para o efeitos

O casal beija-se depois de ter encontrado uma espiga pretas

A festa e a alegria quando se encontra nova espiga pretas

Aos poucos outros se vão juntando à descamisadas

Os camisos são colocados num lado, o milho descamisado no outros

O monte de milho por descamisar ainda longe do fim s

Com tantas mãos de trabalho, este ia chegando ao fim depressas

E eis que outra espiga preta sai e o abraço desta vez foi extensivo a toda a gentes

A tarefa chegou ao fim. Havia que pegar na melancia e preparar o lanches

O milho finalmente descamisados

O grupo de trabalhadoress

A recompensa oferecida pelos donos da casas

O grupo voltou a reunir-se, desta vez em volta da mesas

Com o estômago recheado contaram-se algumas anedotass

O convívio durou algumas horass

Os mais novos transportaram a melancia, que foi encontrada no fim do monte de milho, para a mesas

O convívio e o companheirismo enaltecidos ao extremos

A dona da casa (sentada) observa os convidadoss

Os emigrantes não faltarams

... Nem as fatias doces ...s

... Nem mesmo a bela da melâncias

A melancia quase pronta a ser servidas

E todos provaram a melancias

E alguns até repetiram!s

Foi uma iniciativa de louvar. Estão prometidas maiss





Descamizada

As descamisadas eram, em tempos idos, um momento muito ansiado. Depois de uma safra árdua de Verão, o milho era recolhido e colocado na eira, pronto a ser descamisado (separação da folha e da espiga). A população juntava-se e a festa estava garantida, com a música e muita alegria sempre presentes.

A alegria era ainda maior quando alguém descobria uma espiga de milho preta. O sortudo tinha a oportunidade de escolher alguém, do sexo oposto, para lhe dar um valente beijo. Um motivo para manifestar o carinho que se sentia por essa pessoa e por vezes para desvendar um amor escondido e surgir um bonito romance …

A espiga ficava depois a secar mais uns dias na eira e os camisos eram aproveitados para encher colchões ou almofadas. Serviam também para dar de comer aos animais.

Como o calor era forte, as desencamisadas eram feitas ao final da tarde ou depois do jantar.

No Carrascal a tradição foi relembrada em casa do Sr. Carlos Tavares, num final de tarde de Agosto. Numa eira improvisada para o efeito, juntaram-se várias pessoas da aldeia, entre elas diversos emigrantes, num espírito de entreajuda e de comunidade. Os novos tomaram contacto e aprenderam o sentido desta tradição e os mais velhos relembraram tempos idos. A espiga preta fez várias aparições, os abraços e beijos foram mais do que muitos e no final a melancia escondida debaixo do monte de milho fez as delícias de todos num lanche oferecido pelos donos da casa.

Uma excelente ideia do Sr. Carlos que na ocasião deixou outras dicas para serem realizadas no sentido de continuar a reviver tradições agrícolas de outros tempos.



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